29.9.13
28.9.13
25.9.13
Sem comparação
A caminho de casa, já com a noite caída, ouvi pelo rádio este comercial (versão áudio) o qual achei muito criativo, inspirador e inteligente. Pesquisei e verifiquei que são três anúncios publicitários que comparam a energia da natureza com a energia humana enaltecendo a segunda. Gostei por ser uma publicidade indireta que coloca as pessoas no centro da mensagem, por equiparar duas energias que se medem com unidades diferentes e mesmo assim dar uma vitória arrebatadora a quem é fisicamente o elo mais fraco... uma microscópica partícula. Efetivamente somos fantásticos!
Vídeo 2 e vídeo 3.
Vídeo 2 e vídeo 3.
22.9.13
17.9.13
15.9.13
14.9.13
Red Day
Por estes lados as cores ainda são as do verão. O tomate continua a nascer e a crescer, as melancias só agora deram sinais de estarem criadas e se não fosse o doce de tomate a lembrar que o outono está à porta estaríamos com a sensação que o verão começara.
E nestas despedidas pesarosas tentamos duplicar a duração do dia, apreciamos ainda mais os finais de tarde e carregamos as baterias da energia que desejamos que prolongue por muito, muito tempo este bem estar que só o verão nos oferece.
8.9.13
Momento
Há momentos em que só a música consegue exteriorizar o que habita em nós.
Não há tradução porque não há palavras. São mesmo só notas... uma partitura.
6.9.13
É bom.
É bom revê-lo como quem nunca o viu e espantar-se com a sua beleza. É bom sentir orgulho quando nos sentimos como sua pertença. É bom reconhecê-lo nos valores genuínos das pessoas que o habitam. É bom apreciar a luz, os cheiros e os sons dos seus diferentes recantos. É bom agradecer o quanto foi favorecido pela mãe natureza. É bom valorizar o que foi e é construído pelos seus homens ao longo da sua história.
É muito bom.
3.9.13
1.9.13
MomentoTED - Rita Pierson
A todos os heróis que iniciam amanhã mais um ano de trabalho, um ano de partilhas, um ano em que estarão diariamente com os homens e mulheres do futuro, a formarem, a instruírem, a modelarem, a darem da forma mais generosa que existe o que de melhor têm. A todos os professores que nas condições adversas (e perversas) que o sistema vai alimentando conseguem enaltecer a sua função ao terem consciência de que para além dos currículos e avaliações existe a dimensão do afetivo, do humano, do individual que carece tanto (ou mais) cuidado, atenção e nutrição que o domínio do cognitivo. A todos os heróis que não se cansam de acreditar no futuro e insistem em serem os semeadores da esperança.
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