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24.1.16

MomentoTED - Robert Waldinger


Um estudo muito interessante em que o tempo dá as respostas que só o tempo poderia dar. Sendo o ser humano um ser social e sociável, é com e nas boas relações, que cada um de nós tem a oportunidade de se ir conhecendo ao revelar-se, tal como, conhecemos quem connosco interage. De que outra forma sentiríamos a força do nosso abraço? Ouviríamos os nossos pensamentos pela nossa voz? Como sentiríamos as emoções que em nós habitam e que ganham visibilidade nas interacções com o outro? Como manteríamos o nosso equilíbrio nos dias menos bons sem a partilha com quem nos ouve incondicionalmente? Com quem nos abraça naturalmente transferindo a boa energia  que nos falta? Acredito que são nas partilhas diárias que acontecem nas nossas relações sociais, que a energia do universo flui. Acredito que da qualidade das nossas relações íntimas [das que nos revelam a essência e nos focam no essencial] depende o nosso bem estar, o mesmo que promove a nossa saúde e a nossa qualidade de vida.

"Não há tempo, tão breve é a vida, para discussões, desculpas, amarguras, prestação de contas. Só há tempo pra amar e mesmo para isso, é só um instante". Mark Twain




17.1.16

Regresso


E assim passou um ano. Um ano e três semanas.
Um ano intenso, repleto de novidades, emoções, momentos solitários e outros partilhados, experiências [dolorosamente] enriquecedoras, viagens frequentes ao interior do ser, ... um ano onde a escrita esteve presente, quase diariamente, para que através dela pudesse ouvir, pela minha voz, o que sentia e pensava. Palavras de mim para mim. A verdade é que organizo melhor o pensamento sempre que o exteriorizo. E existem momentos das nossas vidas em que tudo o que sai de nós é nosso e para nós. Esta foi a razão da ausência. Outras coisas, como voltar a escrever aqui, não se explicam... acontecem.