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18.4.14
15.4.14
22.2.14
19.2.14
18.2.14
AZUL
Escrevia a Margarida que damos o devido valor ao sol por ele não estar sempre presente nos nossos dias. É verdade querida Margarida... se estivesse seria um dado adquirido e nem questionaríamos a importância da sua existência. Só temos a agradecer o facto da vida ausentar, temporariamente, o que nos faz bem, o que é essencial ao nosso bem estar, ao nosso equilíbrio. É nesta vivência da ausência que experimentamos a dimensão do vazio, o peso do silêncio, a sensação do desconforto, ... como se sem o que nos falta, faltasse um bocadinho de nós. Por isso valorizamos o que e quem valorizamos. Por isso agradecemos todos os dias ter entre nós o que e quem nos traz paz, alegria, energia... conforto. Por isso amamos todos os dias o que e quem desperta em nós o melhor que temos e somos.
Obrigada sol. Obrigada Margarida.
9.2.14
1.1.14
31.12.13
Encruzilhada
A todo e qualquer momento decidimos. Decidir é uma ação inerente à vida racional de todo o ser humano. E se em muitos momentos dos nossos dias decidimos quase instintivamente, como um ato mecanizado, já noutros a ação não é tão simples, tão automática, tão óbvia. Nestes somos obrigados a parar, a reflectir, a ponderar, a intuir. Quanto mais divergem as opções que estão em jogo mais vacilamos, criamos cenários, procuramos respostas que não se encontram no vazio, queremos certezas, garantias e esquecemo-nos que a vida não funciona assim. Esquecemo-nos que somos nós que temos de assumir em pleno a decisão, tal como todas as consequências que dela ocorrerem e não atribuir à vida tamanha responsabilidade. E é esta a parte difícil, dolorosa... aceitar que a decisão, a nossa decisão, seja ela qual for, poderá não ser a expectável, poderá trazer momentos de angústia, dúvidas, momentos que não desejamos.
Por outro lado sabemos que tudo na vida, na natureza é uma interminável sequência de ciclos. Ciclos com tempos certos para que tudo possa acontecer em tempo útil. A vida acontece nos e pelos ciclos. Aceitar as mudanças que os ciclos nos proporcionam é estar sintonizado com a vida, é percorrer o caminho gozando e usufruindo do melhor que ela nos vai proporcionando.
Perceber e aceitar o final de um ciclo poderá ser a estratégia que facilite a tomada de uma determinada decisão. No mínimo será de certo o que partilhará connosco a responsabilidade da nossa decisão. No entanto, e optando por um final de ciclo, uma decisão de mudança, o caminho será outro. E como qualquer caminho terá muito para oferecer mesmo que diferente do que estaríamos porventura à espera. Há que ver sempre o copo meio cheio.
Acreditar que pode vir a ser um percurso diferente, um novo ciclo, um desafio cheio de projetos do coração, um novo caminho traçado na zona de (maior) conforto, uma vida redesenhada com fé, muita fé...é meio caminho para uma boa decisão.
Que 2014 seja um bom ano para todos nós.
Que 2014 seja um bom ano para todos nós.
14.12.13
15.11.13
step-by-step
Se fosse possível projetar os pensamentos numa parede branca e lisa, em muitos momentos desta semana, veria imagens que nos fazem sorrir, que nos põem um brilho nos olhos, imagens que identificam a nossa zona de conforto e nos enchem de uma energia explosiva... por entre as imagens veria a conjugação do verbo CONSEGUIR nas primeiras pessoas do singular e do plural... nos variados tempos e modos,... nos diferentes tipos de frase... E foi este o "filme" que habitou a mente nas viagens desta semana. Esta semana foi, em jeito de balanço global e minimizando os momentos menos bons (que também existiram sem direito a projeção), uma semana que alimentou sonhos, esboçou soluções, projetou a ideia de um futuro com muito sentido e algumas dúvidas. E esta semana em concreto, começou no sábado, no Hotel Babilónia, com as partilhas inspiradoras da consultora Sofia Fernandes, autora do blogue que adoro e sigo há alguns anos. Não tenho a menor dúvida que frequentar o workshop Life Change sería mais um empurrãozinho para um futuro que se deseja próximo e tão certo quanto o alento que este projeto nos transmite. Sería ou será?
31.10.13
13.10.13
Keep Calm
A vida surpreende-nos e ainda bem. Nós precisamos dos seus abanões, das sacudidelas que nos parecem dizer "ou decides o que fazer ou rapidamente há quem decida por ti." E nós lá tiramos uns minutos, uma manhã, um dia para pensar, mais uma vez, no que nos tornaria mais realizados, mais felizes, mais tranquilos, mais completos. Mas a vida surpreende-nos e ainda bem. Ela não se limita a abanar, vai-nos dando pistas, proporcionando contextos, criando situações que não nos deixam indiferentes, que mexem connosco, que nos angustiam ou deliciam, que nos fazem querer ou repudiam, ela provoca-nos. E nós voltamos a pensar, a ter as mesmas certezas sobre o que não queremos, a desejar sentir todos os dias o que só o pensamento nos faz sentir, a querer muito decidir o que não conseguimos definir e tudo entra no círculo vicioso que nos deixa estonteados, confusos. E perante as novidades, os desafios que a vida nos vai lançando reagimos... a bem, sempre. Porque sabemos "que a vida nos traz o que precisamos e que não é propriamente o que mais desejamos" (Zé Pedro Cobra), porque queremos ter a certeza de poder retirar da nova experiência aquilo que ela nos veio trazer, porque há sempre um lado bom no que nos parece, à priori, menos bom e porque mudar, sair da nossa zona de conforto nos faz crescer. Não estamos longe, de certo. Arrisco mesmo a dizer que estamos no caminho... e assim sendo, é só esperar que a vida (mais uma vez) nos surpreenda e nos mostre que foi o caminho que nos trouxe até nós.
10.8.13
30.7.13
22.7.13
2.7.13
28.6.13
MomentoTED - Zé Pedro Cobra
23.6.13
22.6.13
Um conselho...
Fez ontem um ano que publicámos aqui este vídeo. Por já estarmos no Verão, por ser tão inspirador, por gostarmos tanto da mensagem que ele passa... está aqui de novo para nos relembrar que a nossa atitude determina (muito) a qualidade e o significado dos nossos dias, da nossa vida. Um bom fim de semana.
11.6.13
Zona de conforto.
Esta mensagem lembrou-me a mensagem que uma colega de profissão transmitiu a alguém que insistia em ouvir-se a si próprio: "Se quiseres aprender alguma coisa tens de ouvir o outro... o que ele possa vir a dizer talvez tu não saibas, ao contrário do que falas que já sabes de cor e salteado."
Sair da nossa zona de conforto é o confronto com novas experiências, novas aprendizagens, novas sensações e quem sabe agradáveis descobertas, novos rumos, novas maneiras de viver e novas formas de nos vermos e sentirmos. Sair da zona de conforto requer uma vontade muito grande, um empenho ainda maior e será sempre mais fácil para quem tiver a certeza que o que venha a viver, a experienciar será sempre uma mais valia para si, que acrescentará algo, que o enriquecerá, que o completará... que o descobrirá. E é este o maior fascínio, a magia que acontece para além do círculo pequenino... a revelação do que não conhecíamos até então.
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