10.11.13
8.11.13
um, dois e ...
Ao ver esta mensagem na página do fb da Sofia fiquei uns dias a pensar nela. A pensar na meta. Na meta que muitas pessoas traçam e alcançam. Na meta que orienta esforços, energias, trabalho. Na meta que nos organiza etapas, evidencia conquistas, estimula a luta. Uma meta visível, um desafio exequível que traduza os resultados do esforço e dos sacrifícios. Definir, traçar esta meta é de certo procurar o sentido que dê mais sentido à vida, é querer muito encontrar-se em todos os minutos de todos os dias, é desejar não sentir as horas, não querer esperar pelo depois, é estar completo onde se estiver. Se conseguirmos criar as condições para podermos aumentar as emoções, os sentimentos de felicidade ao longo do(s) nosso(s) dia(s) estaremos a caminhar para a meta. Teremos no percurso os obstáculos, obstáculos que nos levem a alterar os planos, a redefinir estratégias, obstáculos que nos confirmam o quanto desejamos o que procuramos, obstáculos que nos focam ainda mais na meta. Sem meta daremos espaço às circunstâncias, delegamos o amanhã, hipotecamos os nossos sonhos, sobreviveremos. Só a ação valida as nossas crenças, transforma os nossos dias e torna coerente a nossa pessoa. Pelo que espero?
31.10.13
28.10.13
27.10.13
Domingo
Hoje o dia foi surpreendente. Decidido na véspera para dar resposta a uma situação familiar não foi desenhado ao pormenor, nem programado com muitas certezas. Deixámos uma amplitude expressiva em aberto e sem muitas expetativas fomos decidindo em conformidade com o que no momento nos pareceu ser a melhor opção. O sol levou-nos a ver o mar e na linda cidade da Nazaré as sugestões levaram-nos à "A Tasquinha" . Uma experiência a repetir não só pela qualidade dos pratos e especialidades servidas mas principalmente pelo simpático e acolhedor atendimento. Há muito que não vivíamos esta experiência de sermos recebidos num espaço onde reinou a sensibilidade de quem nos recebeu, com um imenso prazer. E quem nos lê sabe que não somos muito de publicitar... este caso é diferente, partilhamos um fragmento de céu na Nazaré.
E com o peito repleto da brisa do mar, com o cheiro do iodo entranhado na pele, com o sol a prometer acompanhar-nos, seguimos viagem e parámos em Fátima. Foi um final de tarde pictórico, reflexivo, sereno. Foi um dia surpreendente pelas emoções boas que nos proporcionou (sem que estivéssemos à espera, ou de alguma coisa fizéssemos questão). Dádiva?
26.10.13
REcomeço
Hoje foi o dia de voltar à horta. Depois de uma ausência por falta de tempo e de disponibilidade mental, foi hoje o dia do regresso. A natureza assim o exige, ela incita à nova fase que já decorre. Há que limpar a terra, prepará-la para as novas sementes, para o novo ciclo da vida... para o novo recomeço. E com a água que caiu nos últimos dias, a água do céu, a que faz milagres na terra, a horta reservou-nos algumas surpresas... havia feijão verde, dois pimentos, algumas batatas doces, chuchus já crescidos, abóboras, umas couves lindas de fazer inveja às do Bordalo, tangerinas que cresceram a olhos vistos e muitos, muitos caracóis, lesmas e minhocas. Um micro paraíso que brilhou ainda mais com a visita do sol que resolveu ficar connosco todo o dia, para nosso deleite. E para completar o dia conhecemos o Z., o amigo de um amigo que nos fez o favor de fresar a terra, dar uns conselhos preciosos, umas sugestões pertinentes e oportunas que só vêm de quem está sintonizado desde sempre com este "mundo". Uma pessoa fantástica que nos enriqueceu o dia e as nossas pessoas. São estes momentos, estes dias que nos carregam baterias, alimentam a alma, dão sentido à nossa vida e nos fazem sorrir e agradecer. Agradecer muito a quem de direito.
25.10.13
23.10.13
CumplicIDADES
O tempo não pára e a prova maior deste facto constata-se quando partilhamos com os seres humanos que geramos cumplicidades, sensibilidades que nos revelam e aproximam. Há pouco mais de uma década eles não existiam e hoje passado este tempo não só existem como nos mostram sons, nos dão a conhecer livros, recomendam filmes, sugerem ementas... afinal somos uma equipa, e não por termos muitas afinidades, mas por nos ouvirmos e respeitarmos como seres individuais que somos e trabalharmos para os mesmos objetivos.
21.10.13
Puzzle
Ou ainda... "Não somos metades que se encaixam. Somos inteiros que se completam."
Qualquer que seja a ordem das palavras a mensagem não se desvirtua e a essência mantém-se inalterada. Nascer inteiro, crescer inteiro, sentir-se inteiro, viver inteiro e ter plena consciência de que a sua vida depende de si e não do outro a quem se atribua a "metade" em falta é sinónimo de saúde, equilíbrio, força, energia, segurança... liberdade.
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