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17.1.16

Regresso


E assim passou um ano. Um ano e três semanas.
Um ano intenso, repleto de novidades, emoções, momentos solitários e outros partilhados, experiências [dolorosamente] enriquecedoras, viagens frequentes ao interior do ser, ... um ano onde a escrita esteve presente, quase diariamente, para que através dela pudesse ouvir, pela minha voz, o que sentia e pensava. Palavras de mim para mim. A verdade é que organizo melhor o pensamento sempre que o exteriorizo. E existem momentos das nossas vidas em que tudo o que sai de nós é nosso e para nós. Esta foi a razão da ausência. Outras coisas, como voltar a escrever aqui, não se explicam... acontecem.



7.7.14

Vontade Maior



Na vida existem estes momentos turbulentos, cheios  de sentimentos confusos, de desejos atropelados, de pesadas incertezas... momentos em que nos sentimos bloqueados, nada fluí, vemo-nos imóveis, à espera do futuro. São momentos de rutura, momentos de encruzilhadas, momentos de dicotomias, momentos que esperam a nossa decisão, a nosso escolha, a nossa vontade maior... 





24.6.14

O tempo do tempo



Tudo tem o seu tempo... a chuva pára para dar lugar ao sol. 
É preciso dar tempo ao tempo para que a seu tempo tenhamos o que mais desejamos.

     

19.4.14

Salto



"O medo do não controlável, do que surpreende, que chega sem ser convidado ou aparece de onde não se espera, o medo do novo e do desconhecido é um dos grandes desafios humanos. A possibilidade do novo costuma acionar alarmes, provoca angústia, tira o prumo. O contato do desconhecido desperta muitas vezes a sensação de estar pressionado sem saber direito de onde vem essa pressão. Mas pensando com calma, a gente sabe bem de onde vem: vem de dentro pra fora, vem dos nossos arquivos internos que acabam por acionar o padrão do medo a qualquer pequeno sinal de algo que possa retirar o pleno controle de nossas mãos." (continua aqui)

Texto de Juliana Garcia.


16.11.13

Natureza


Por aqui procurou-se e encontrou-se a paz na harmonia da natureza que nos envolve. 
São cores, formas, texturas, cheiros que nos desfocam das coisas menos boas para nos voltarem a focar no que efetivamente é importante, saudável, essencial  ao bem estar dos nossos dias, da nossa vida. Foi assim...



8.11.13

um, dois e ...




Ao ver esta mensagem na página do fb da Sofia fiquei uns dias a pensar nela.  A pensar na meta. Na meta que muitas pessoas traçam e alcançam. Na meta que orienta esforços, energias, trabalho. Na meta que nos organiza etapas, evidencia conquistas, estimula a luta. Uma meta visível, um desafio exequível que traduza os resultados do esforço e dos sacrifícios. Definir,  traçar esta meta é de certo procurar o sentido que dê mais sentido à vida, é querer muito encontrar-se em todos os minutos de todos os dias, é desejar não sentir as horas, não querer esperar pelo depois, é estar completo onde se estiver. Se conseguirmos criar as condições para podermos aumentar as emoções, os sentimentos de felicidade ao longo do(s) nosso(s) dia(s) estaremos a caminhar para a meta. Teremos no percurso os obstáculos, obstáculos que nos levem a alterar os planos, a redefinir estratégias, obstáculos que nos confirmam o quanto desejamos o que procuramos, obstáculos que nos focam ainda mais na meta.  Sem meta daremos espaço às circunstâncias, delegamos o amanhã, hipotecamos os nossos sonhos, sobreviveremos. Só a ação valida as nossas crenças, transforma os nossos dias e torna coerente a nossa pessoa. Pelo que espero? 

27.10.13

Domingo



Hoje o dia foi surpreendente. Decidido na véspera para dar resposta a uma situação familiar não foi desenhado ao pormenor, nem programado com muitas certezas. Deixámos uma amplitude expressiva em aberto e sem muitas expetativas fomos decidindo em conformidade com o que no momento nos pareceu ser a melhor opção. O sol levou-nos a ver o mar e na linda cidade da Nazaré as sugestões levaram-nos à "A Tasquinha" . Uma experiência a repetir não só pela qualidade dos pratos e especialidades servidas mas principalmente pelo simpático e acolhedor atendimento. Há muito que não vivíamos esta experiência de sermos recebidos num espaço onde reinou a sensibilidade de quem nos recebeu, com um imenso prazer. E quem nos lê sabe que não somos muito de publicitar... este caso é diferente, partilhamos um fragmento de céu na Nazaré. 
E com o peito repleto da brisa do mar, com o cheiro do iodo entranhado na pele, com o sol a prometer acompanhar-nos, seguimos viagem e parámos em Fátima. Foi um final de tarde pictórico, reflexivo, sereno. Foi um dia surpreendente pelas emoções boas que nos proporcionou (sem que estivéssemos à espera, ou de alguma coisa fizéssemos questão). Dádiva?


17.10.13

Coerência


Francis Dale é o nome do projeto. Diogo Ribeiro o seu criador. 
Comum aos dois: coerência.
Um dos exemplos de que quando encontramos o nosso "elemento" tudo passa a fazer muito mais sentido.

16.10.13

Há dias assim...


Alinhar logo cedo os pensamentos construtivos, colocar a lente que foque o importante e nos deixe ver, em primeiro plano, os aspetos positivos, manter acesa a esperança (quase, quase certa) de que a vida sabe o que faz e que podemos confiar nela é atitude que nos mantém com um sorriso ao longo do(s) dia(s), a alma leve e arejada e a disponibilidade preciosa para o outro. Mas há dias assim... como o de hoje, em que nada disto acontece. Não há energia, não há luz, não há espaço nem tempo para o outro, não há bons pensamentos e ficamos na dúvida se a vida nos conduz ou se estamos a decidir não conduzi-la... 
Apesar dos antagonismos mais ou menos evidentes nos nossos diferentes dias temos a certeza de que valerão pela atitude que tomarmos. Será mais uma provocação???


13.10.13

Keep Calm


A vida surpreende-nos e ainda bem. Nós precisamos dos seus abanões, das sacudidelas que nos parecem dizer "ou decides o que fazer ou rapidamente há quem decida por ti." E nós lá tiramos uns minutos, uma manhã, um dia para pensar, mais uma vez, no que nos tornaria mais realizados, mais felizes, mais tranquilos, mais completos. Mas a vida surpreende-nos e ainda bem. Ela não se limita a abanar, vai-nos dando pistas, proporcionando contextos, criando situações que não nos deixam indiferentes, que mexem connosco, que nos angustiam ou deliciam, que nos fazem querer ou repudiam, ela provoca-nos. E nós voltamos a pensar, a ter as mesmas certezas sobre o que não queremos, a desejar sentir todos os dias o que só o pensamento nos faz sentir, a querer muito decidir o que não conseguimos definir e tudo entra no círculo vicioso que nos deixa estonteados, confusos. E perante as novidades, os desafios que a vida nos vai lançando reagimos... a bem, sempre. Porque sabemos "que a vida nos traz o que precisamos e que não é propriamente o que mais desejamos" (Zé Pedro Cobra), porque queremos ter a certeza de poder retirar da nova experiência aquilo que ela nos veio trazer, porque há sempre um lado bom no que nos parece, à priori, menos bom e porque mudar, sair da nossa zona de conforto nos faz crescer. Não estamos longe, de certo. Arrisco mesmo a dizer que estamos no caminho... e assim sendo, é só esperar que a vida (mais uma vez) nos surpreenda e nos mostre que foi o caminho que nos trouxe até nós.



28.9.13

Relembrar...


                                                                                                                                                                 imagem retirada do Pinterest



25.9.13

Sem comparação



A caminho de casa, já com a noite caída, ouvi pelo rádio este comercial (versão áudio)  o qual achei muito criativo, inspirador e inteligente. Pesquisei e verifiquei que são três anúncios publicitários que comparam a energia da natureza com a energia humana enaltecendo a segunda. Gostei por ser uma publicidade indireta que coloca as pessoas no centro da mensagem, por equiparar duas energias que se medem com unidades diferentes e mesmo assim dar uma vitória arrebatadora a quem é fisicamente o elo mais fraco... uma microscópica partícula. Efetivamente somos  fantásticos!
Vídeo 2  vídeo 3.