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31.3.13

AMA.RELO

Quando nos falta o amarelo do céu procuramos os amarelos da terra... 
... estes também nos aquecem, também nos dão alegria e energia...





                               









Bolo de abóbora

600gr de abóbora menina ou porqueira crua
400gr de açúcar
50gr de farinha 
40gr de manteiga ou margarina
1 colher de chá de fermento 
5 ovos 
Raspa de uma laranja

Coze-se a abóbora cortada aos cubinhos com algum tempo de antecedência para poder ficar bem escorrida. Batem-se as gemas com o açúcar, adiciona-se a margarina derretida e a raspa de laranja. Adiciona-se a abóbora e bate-se até ficar bem desfeita e numa mistura (liquida) homogénea. Batem-se as claras em castelo e envolvem-se ao preparado anterior alternando com a farinha (à qual se juntou o fermento em pó). Unta-se a forma sem buraco (redonda ou retangular) e forra-se o fundo com papel vegetal. Volta-se a untar o fundo e polvilha-se a forma com farinha. Vai a cozer ao forno a uma temperatura de + ou – 180º até estar cozido (teste do palito). 

Um obrigada muito grande à minha tia Q., uma das pessoas mais generosas que conheço, por tudo o que me ensinou e ensina, pela sensibilidade que coloca em tudo o que faz e pela receitinha deste bolo fantástico (entre outras). Uma boa páscoa tia... uma boa páscoa para todos os que aqui passarem.


27.3.13

É belo...

... por ser tão duro, tão direto, tão honesto, tão verdadeiro e .... tão belo.
(E tão bem declamado.)

20.3.13

Um dia a comemorar... todos os dias.

A sugestão para esta celebração universal chegou do Butão, um pequeno reino budista localizado nos Himalaias, que adota como estatística oficial a "Felicidade Nacional Bruta" em vez do Produto Interno Bruto (PIB). 
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_ONU-celebra-o-primeiro-Dia-Internacional-da-Felicidade_14989.html#.UUnHJBm3ddi

É vida...



19.3.13

O copo meio cheio...

Quero muito acreditar que o lado positivo das atuais circunstâncias com que a vida nos confronta vai vir ao de cima, vai revelar-se e  surpreender-nos nos próximos anos com as atitudes e apostas das novas gerações. 
Quero mesmo muito acreditar que estas mudanças vieram para  reequilibrar valores, para espicaçar a capacidade criativa do Homem, para o provocar e exigir comportamentos mais construtivos, mais participativos, mais conscientes... Há já algum tempo que com a leitura deste texto comecei a ver o "copo meio cheio", comecei a ver e a sentir o lado positivo das alterações, compreendi que se tornam  necessárias e inevitáveis as mudanças de premissas para a construção de sociedades mais felizes, mais coerentes... com pessoas que questionam, que aceitam os desafios, que estão disponíveis para construir, que vão atrás e lutam por sonhos. 
Por outro lado também temos que admitir o quão é legitimo o desconforto que esta realidade nos causa. Foram anos e anos em que nos formataram para a certeza,  para a rotina, para o estabelecido... e para uma felicidade que se moldava na perfeição a este conceito de vida. 
Não são de certo as premissas das novas gerações. Quero muito ver o "copo meio cheio", quero muito "conhecer" pessoas inspiradoras como o Thiago, como a Marilia que colam a  esperança ao futuro e nos fazem acreditar que as mudanças fazem parte... tal como os riscos que elas comportam. E que se é este o caminho para vivermos mais realizados, mais coerentes, mais felizes, ... não valerá a pena arriscar?

17.3.13

Andycode...

                                                                     

Apanhado neste jardim, este vídeo faz-nos relembrar momentos muitos bons vividos há bem pouco tempo... e dá-nos a conhecer mais um grupo português que nos deixa muito orgulhosos....

13.3.13

Obrigada...



... a todos os meus professores. Um muito obrigada a todos os nossos professores. E mais um grande obrigada a todos os professores dos nossos filhos.  Todos diferentes, todos iguais, todos pilares essenciais à "construção" das nossas identidades.

Hoje.


Imagem afixada



8.3.13

Energia... energia...

Para hoje, amanhã e enquanto as nuvens ocuparem o lugar do sol.
(Adorámos ter descoberto esta banda...nacional) 

Portugal. Portugueses.



Não é muito difícil atribuirmos  a um grupo alargado de pessoas caraterísticas que observamos numa minoria. Tal como também é comum e muito fácil atribuirmos às pessoas características de algumas das suas ações... É certo que a essência das pessoas se reflete nos seus atos, que os Homens se conhecem pelas suas ações mas, também sabemos que graças à nossa natureza, temos momentos em que pelos mais diversos motivos, não conseguimos, em tempo útil, exteriorizar as atitudes mais adequadas, as mais fiéis à nossa maneira de ser e de pensar.
Mas estas não são a maioria... não são estas que nos caraterizam...
Quando pensamos em quem conhecemos, em quem nos rodeia, nas pessoas que se cruzaram connosco,... amigos, família, vizinhos, colegas, ... encontramos pessoas de quem nos orgulhamos muito, que foram ou são exemplo e referência, pessoas que pela forma como estão na vida nos inspiram, que pelas suas atitudes, pelas suas ações são âncoras à nossa segurança e bem estar. Pessoas que erram e transformam o erro em pretexto para crescer e evoluir, que lutam todos os dias por manterem a sua vida coerente num exercício pleno e constante dos seus valores. Pessoas que têm em comum uma história que dignifica um povo e uma cultura que as carateriza e as identifica, quer queiramos, quer não. E se somos o que somos aos olhos de quem nos vê de fora somos de certo muito mais e melhores quando nos focarmos no que e em quem está cá dentro.

5.3.13

O dia... hoje.


                                                 O sentimento ... paz.
                                                 O som... Emeli..

4.3.13

De onde vem...?


De onde vem esta energia tão boa que nos invade sem pré-aviso?
Não escolhe dia, hora, estado de espirito, … ela vem e instala-se.
Ela enche-nos de vontade de fazer, de estar, de dar, de oferecer, de criar…
Ela faz-nos sorrir, abraçar, cantarolar, beijar, perdoar, sonhar…
De onde vem? Do Universo? De quem nos rodeia? Da mãe natureza?
Será que ela não vem… está?
Onde está nos outros dias, nas outras horas?
Será que está sempre em nós e nem sempre lhe damos o espaço para que ela se manifeste?
De onde vem esta energia tão boa que nos invade? Como a mantemos? Como a alimentamos?
... Como lhe agradecemos?
É como se sol nascesse dentro de nós…