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31.5.13
29.5.13
27.5.13
24.5.13
MomentoTED - Ken Robinson
Momentos de inspiração, energia positiva, ideias frescas, pessoas interessantes ...
são momentos TED.
Iniciamos a partilha semanal de um momento TED.
Ninguém melhor para começar que Ken Robinson com um tema atual, preocupante, importantíssimo e que nos diz tanto.
(se o vídeo não aparecer ou demorar a carregar o link está no nome do orador)
Ninguém melhor para começar que Ken Robinson com um tema atual, preocupante, importantíssimo e que nos diz tanto.
(se o vídeo não aparecer ou demorar a carregar o link está no nome do orador)
22.5.13
Percepção... ou não.
Ao longo da nossa vida a percepção que temos de determinadas coisas altera-se tão discretamente quanto o crescimento de um filho.
A percepção das distâncias, das dimensões, do que é importante, a percepção do tempo, a percepção do outro, entre tantas outras dimensões que observamos, sentimos e com as quais interagimos. Talvez seja a nossa experiência de vida a responsável por estas alterações. Com as vivências os referenciais mudam e o que era longe passa a ser perto, o que era enorme passa a ser mediano, o que era espantoso passa a ser comum, o que era simples passa a complexo e por aí adiante…
Enquanto
criança, não existiram em casa dos meus pais (tal como em tantos outros lares
na década 70) máquinas de lavar loiça e roupa, sempre houve um quintal onde se
criaram os animais que nos alimentaram e uma horta onde se cultivaram os legumes caraterísticos de cada estação do ano. Nunca houve carro e os percursos
diários casa-escola, casa-trabalho eram feitos a pé, quatro vezes ao dia porque
almoçámos sempre em casa, quer fizesse chuva ou sol. Os meus pais sempre
trabalharam oito horas diárias para patrões e nunca tiveram ajuda
quer nas lides da casa, quer nas lides da terra. Para além destas afazeres haviam ainda os momentos em que aliavam o lazer à necessidade... a pesca e a caça para o meu pai... o tricot, o crochet e a costura para a minha mãe.
E hoje passados trinta anos
não consigo perceber como é que em tão pouco tempo, o tempo alterou tanto.
Temos
máquinas que nos ajudam (imenso) e nos desocupam durante largas horas. Temos carros que
nos minimizam tempo e esforço nos percursos a fazer. Não temos animais nem
hortas que precisemos de cuidar e tratar (agora temos uma hortinha).
E não temos tempo para fazer grande parte das coisas que gostaríamos e que tanto prazer nos daría.
Não sería lógico "ganharmos tempo" com o uso de todos estes equipamentos?
Ou será que não é uma questão de tempo?
Será só alteração de percepção?
E não temos tempo para fazer grande parte das coisas que gostaríamos e que tanto prazer nos daría.
Não sería lógico "ganharmos tempo" com o uso de todos estes equipamentos?
Ou será que não é uma questão de tempo?
Será só alteração de percepção?
(Como
gostaríamos muito de ouvir as opiniões de quem por aqui passa temos os comentários
abertos. Obrigada.)
20.5.13
7.5.13
5.5.13
4.5.13
Bons pensamentos
2.5.13
Green Day
Há quem lhe atribua as competências de um bom psicólogo, a identifique como templo de oração ou a reconheça como um eficaz ginásio. Uma horta é mesmo um pouquinho de tudo isto e muito mais. Quem planta ou semeia, trata, cuida, guarda, observa, contempla, ... dá um valor ao tempo diferente de quem não tem ou nunca teve uma horta. A espera pela criação da natureza é vivida com uma ansiedade calma. As transformações que se observam ao longo do tempo são, para os novatos nestas andanças (ou será para todos?), motivo de admiração, de espanto pela perfeição com que tudo acontece. A preocupação com as condições ideais para que o crescimento se dê são uma constante. As dúvidas são motivo de aproximações intergeracionais que enriquecem e valorizam as pessoas e os conhecimentos adquiridos ao longo de décadas. E estreita-se uma relação que nos aproxima do que é verdadeiro, natural, que nos traz paz e alimenta.
Já estamos em preparativos para o "Red Day"...
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